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	<title>Papagallis &#187; Redes</title>
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		<title>Conversações, linguagem e possibilidades</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 00:37:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Algarra</dc:creator>
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Conversação, linguagem e possibilidades on Prezi


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<p><a title="Reflexões livres" href="http://prezi.com/fvpgqtdsi-qt/">Conversação, linguagem e possibilidades</a> on <a href="http://prezi.com">Prezi</a></p>
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		<title>Grande Encontro Multiconexão Vivo Sustentável</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 01:51:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Algarra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes]]></category>
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		<category><![CDATA[encontros]]></category>
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		<description><![CDATA[

A Vivo está construindo sua política de sustentabilidade e participando do ISE (Índice de Sustentabilidade das Empresas). Faz parte deste processo construir uma rede de pessoas legitimamente envolvidas com o tema da sustentabilidade, dispostas a irradiar as melhores práticas e reflexões sobre o tema.
Demos início à construção desta rede com uma série de encontros regionais, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float: right; margin-left: 10px; margin-bottom: 10px;"><a title="photo sharing" href="http://www.flickr.com/photos/papagallis/4101363710/"><img style="border: solid 2px #000000;" src="http://farm3.static.flickr.com/2692/4101363710_f1f79398af_m.jpg" alt="" /></a><span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"><a href="http://www.flickr.com/people/papagallis/"></a><br />
</span></div>
<p>A Vivo está construindo sua política de sustentabilidade e participando do ISE (Índice de Sustentabilidade das Empresas). Faz parte deste processo construir uma rede de pessoas legitimamente envolvidas com o tema da sustentabilidade, dispostas a irradiar as melhores práticas e reflexões sobre o tema.</p>
<p>Demos início à construção desta rede com uma série de encontros regionais, agora estamos convergindo todo este processo em um encontro de um dia inteiro com a participação de pessoas de todo o Brasil, participantes dos encontros, especialistas, líderes do ISE, parceiros, stakeholders e fornecedores Vivo.</p>
<p>Este Grande Encontro Multiconexão Vivo Sustentável aconteceu dia 12 de novembro e contou com participantes de todos os setores, áreas, departamentos e diretorias internas da Vivo, inclusive Roberto Oliveira Lima, presidente.</p>
<p>Durante um dua inteiro mais de 100 pessoas puderam conversar de modo espontâneo sobre o conteúdo produzido nos encontros de todo o Brasil, com temas distribuídos em diversas dimensões da sustentabilidade como: social, ambiental, econômica, governança, produtos e geral.</p>
<p>Além disso, o ogrupo gerou subsídios para a construção de um projeto de irradiação da sustentabilidade por todos os sites da Vivo no Brasil, seus parceiros e fornecedores.</p>
<p>Agora é afinar todo o material produzido e seguir no processo final de elaboração de uma Política de Sustentabilidade da Vivo, de modo a integrar as operações da empresa, os fazeres das pessoas e a integração com a natureza e sociedade de modo harmônico.</p>
<p>No detalhe, Karinna Bidermann, diretora do Instituto Vivo e inspiradora do projeto, brinca com o pote de peças de plástico (reciclável) que sinaliza o Multiconexão em todas as mesas de reunião da Vivo pelo BeraSIL;</p>
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		<title>Pensar redes é sair da lineariedade</title>
		<link>http://papagallis.com.br/2009/10/11/pensar-redes-e-sair-da-lineariedade/</link>
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		<pubDate>Sun, 11 Oct 2009 03:24:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Algarra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[amigos]]></category>
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		<description><![CDATA[Poderíamos indicar uma centena de bons textos, livros e artigos de autores e especialistas em redes sociais, pensamento complexo e visão sistêmica. Talvez seja mais fácil todos darem um pulinho na Escola de Redes que mantém uma biblioteca de primeira linha e uma ótima rede de conversações sobre o assunto.
Mas hoje aqui vamos destacar uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Poderíamos indicar uma centena de bons textos, livros e artigos de autores e especialistas em redes sociais, pensamento complexo e visão sistêmica. Talvez seja mais fácil todos darem um pulinho na Escola de Redes que mantém uma biblioteca de primeira linha e uma ótima rede de conversações sobre o assunto.</p>
<p>Mas hoje aqui vamos destacar uma singela apresentação de um camarada nosso, o Dalton Martins, um ser humano vivo que pode ser encontrado aqui mesmo em São Paulo, lá na USP, e que publicou no Slideshare uma reflexão sobre o tema. Esperamos que aproveitem como nós aqui da Papagallis aproveitamos:</p>
<div id="__ss_2131951" style="width: 425px; text-align: left;"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" title="Redes Sociais - Aula 1 - Da complexidade a emergencia" href="http://www.slideshare.net/dmartins/redes-sociais-aula-1-da-complexidade-a-emergencia">Redes Sociais &#8211; Aula 1 &#8211; Da complexidade a emergencia</a><object width="425" height="355" data="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=aula1-091005124442-phpapp02&amp;rel=0&amp;stripped_title=redes-sociais-aula-1-da-complexidade-a-emergencia" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=aula1-091005124442-phpapp02&amp;rel=0&amp;stripped_title=redes-sociais-aula-1-da-complexidade-a-emergencia" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<div style="font-size: 11px; font-family: tahoma,arial; height: 26px; padding-top: 2px;">View more <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/dmartins">dmartins</a>.</div>
</div>
<p>Para quem quiser um pouco mais de Dalton Martins recomendamos seu blog <a href="http://daltonmartins.blogspot.com/">Cadernos de Tecnologia Social</a>.</p>
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		<title>Aprendizagem Informal</title>
		<link>http://papagallis.com.br/2009/07/25/aprendizagem-informal/</link>
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		<pubDate>Sat, 25 Jul 2009 05:59:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Algarra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes]]></category>

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Esta imagem produzida pela XPlane para o livro Informal Learning de Jay Cross ilustra as pessoas vivendo seus processos de aprendizado de modo livre e espontâneo.
Foi extraída do poster da Aprendizagem Informal que traz os seguintes conceitos:
* DEFINIÇÃO
Aprendizagem informal é um modo não-instititucional,e não programado, das pessoas aprenderema trabalhar.É uma nova maneira de aprender,onde a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float: right; margin-left: 10px; margin-bottom: 10px;"><a title="photo sharing" href="http://www.flickr.com/photos/papagallis/3754426970/"><img style="border: solid 2px #000000;" src="http://farm3.static.flickr.com/2489/3754426970_19e8873314_m.jpg" alt="" /></a></p>
<p><span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"><br />
</span>Esta imagem produzida pela XPlane para o livro Informal Learning de <a href="www.jaycross.com/">Jay Cross</a> ilustra as pessoas vivendo seus processos de aprendizado de modo livre e espontâneo.</div>
<p>Foi extraída do poster da Aprendizagem Informal que traz os seguintes conceitos:</p>
<p><strong>* DEFINIÇÃO</strong><br />
Aprendizagem informal é um modo não-instititucional,e não programado, das pessoas aprenderema trabalhar.É uma nova maneira de aprender,onde a função de nossa rede pessoalé otimizada para permitirtrocas de conhecimentoe aprendizado.Assim podemos aprender mais,uns com os outros.</p>
<p><strong>* CONVERSAÇÕES</strong><br />
São o estado-da-arte do Aprendizado Informal.Conversando é possível criar e transmitir conhecimento. Conversas livres e frequentes geram inovação.E as pessoas adoram conversar.Conversar nos mantém ativos e estimulados!</p>
<p><strong>* VISUALISANDO</strong><br />
As pessos entendem melhor aquilo que podem ver.Imagens comunicam muito mais que as palavras e são entendidas universalmente, transpondo barreiras culturais, faixas etárias e níveis de escolarização</p>
<p><strong>* A TERRA É PLANA</strong><br />
Hpje a localização não é mais um fator estratégico.Organizações são pontos de conexão que se encontram no horizonte de uma rede mundial de negócios.<span id="more-260"></span></p>
<p><strong> * ANÁLISE ORGANIZACIONAL</strong><br />
A organização informal determina muitas coisas em uma empresa, mas os gerentes se sobrecarregam até mesmo porque não enxergam isso! O mapeamento das redes sociais de uma empresa é sempre muito esclarecedor.</p>
<p><strong> * UMA INTERNET PARTICULAR</strong><br />
Imagine poder contar com um ambiente rico em conhecimento e informação como a internet. Podem ser blogs, índices atualizáveis (sindycation), wikis enciclopédicos e muito mais! Isso tudo funcionando em uma plataforma conhecida e utilizada por todos!</p>
<p><strong> * PARADOXO INVESTIMENTO/RESULTADO</strong><br />
Pessoas aprender a trabalhargeralmente de modo informal.Conversando, observando seus colegas,errando e acertando ou simplesmentetrabalhando com outras pessoas que já sabem.Treinamentos e capacitaçõesrepondem por apenas 10% ou 20%do que as pessoas aprendem nas empresas.O investimento em educação formal,sempre é muito altoenquanto o aprendizado informalé negligenciado e até mesmodesestimulado!</p>
<p><strong> * ENSINANDO PRÁ QUEM JÁ SABE?</strong><br />
Os Departamentos de Treinamento concentramtoda a energia e gerenciam todo o tráfegodo conhecimento nas empresas. Sempre organizandoturmas e classes como em nossos tempos de colégio.E o time mais bem preparado, que ocupa as melhoresposições na empresa, passa pelos processos por pura obrigação. Sem aproveitamento e sem troca com o resto da equipe!</p>
<p><strong> * APRENDIZADO EMERGENTE</strong><br />
O aprendizado informal surge e prosperaem um sofisticado ambiente que podemoschamar de &#8220;horizonte de aprendizado&#8221;Pavimentar um caminho que leve ao&#8221;horizonte de aprendizado&#8221; implica emremover os obstáculos hierárquicos, multiplicar e ampliar os canais de relacionamento, encorajar as conversações e incentivar a formação de redes.</p>
<p><strong> * RÁPIDO, RÁPIDO!</strong><br />
Hoje os ponteiros do relógio derendem à velocidadedo nosso tempo.Este século começoucom 20 mil anos de evolução acumulados!O futuro é imprevisívelaté mesmo para os autores deficção científica.O trabalho é imprevisível,e os mercado então!Com isso os modelos tradicionaisde treinamento e formaçãoprofissional estãocada vez mais obsoletos</p>
<p><strong> * O APRENDIZ HESITANTE</strong><br />
Educação formal é como um passeio de ônibus.O motorista decide o momento da partida,o trajeto, as paradas do caminho e para ospassageiros resta uma visão da paisagem pela janela.Quem ainda é novo no pedaço e insegurotalvez prefira viajar assim a se arriscarno caminho montado em uma bicicleta.</p>
<p><strong> * O APRENDIZ COM PRÁTICA</strong><br />
Aprendizado informal é como um passeio de bicicleta.O ciclista decide sobre a partida, a rota, o ritmo e a velocidade. É possível parar a qualquer momento para apreciar a paisagem ou até mesmo perder algumtempo para ajudar um colega em dificuldes.</p>
<p><strong> * O FIM DA HIERARQUIA</strong><br />
As redes sociais subvertem os organogramas.Englobados na rede, o centro do poder se diluie as pessoas tem mais poder sobre seus destinos .</p>
<p><strong> * APRENDIZADO PUXA-E-EMPURRA</strong><br />
Treinamento é sempre algo empurrado para você.Aprendizado informal é algo que você chama para si.Muitas pessoas afirmam coisas do tipo: &#8220;Gosto muito de aprender coisas úteis, mas odeio treinamentos&#8221;.Pessoas assim precisam de liberdade para se decidircomo, quando, onde e com quem aprender, e geralmenteninguém lhes pergunta nada.</p>
<p><strong> * DESCONFERÊNCIAS</strong><br />
Uma nova abordagem para gerarencontros de negócios realmenteagradáveis, interessantes e produtivos.Uma reuniões gigante, na qual todosqueiram e possam participar.Sem palcos, posições de destaquee lugares de honra.</p>
<p><strong> * A GRANDE REDE</strong><br />
A Internet veio para mudar tudo.A dez anos atrás 16 milhões de usuáriosparticipavam da rede; hoje esse número passa de um bilhão!O mundo é do Google, o maior provedorde aprendizado do planeta, indicandomilhares de respostas por segundo.Por essa rede espontânea e informal,  o conhecimento compartilhado pode ultrapassar muros, furar os cercos e atravessar qualquer barreira.</p>
<p><strong> * COMUNIDADES</strong><br />
Não mais um ermitão solitário,mas que você possa ser membrode várias comunidades de prática,Encanadores, programadores,chefes de cozinha, apicultores,enfim, pessoas prontas para compartilhar os caminhos e indicar os atalhos para seu sucesso e de seu negócio.</p>
<p><strong> * UM GANHA-GANHA!</strong><br />
Executivos não querem aprender, querem executar. Buscam antes demais nada um ótimo desempenho.As empresas que usam o aprendizadoinformal aumentam suas vendas,reduzem custos, incrementam a produção,realizam a inovação, diminuem o stress,cortam custos e reinventam a si próprias.</p>
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		<title>Construindo redes como netweavers de segunda ordem</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 06:21:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Algarra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biologia Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>

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Drosting Hands
Upload feito originalmente por Josh Sommers

Emprestando um conceito da cibernética gostaria de convidar a todos a uma reflexão sobre nossos papéis como netweavers nas redes que incentivamos.
Na década de 80 houve um desenvolvimento no campo da Cibernética que resultou na passagem da Cibernética de Primeira Ordem ou dos Sistemas Observados para a Cibernética de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float: right; margin-left: 10px; margin-bottom: 10px;"><a title="photo sharing" href="http://www.flickr.com/photos/joshsommers/1357349519/"><img style="border: solid 2px #000000;" src="http://farm2.static.flickr.com/1408/1357349519_a314204cd7_m.jpg" alt="" /></a></p>
<p><span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"><br />
<a href="http://www.flickr.com/photos/joshsommers/1357349519/">Drosting Hands</a></p>
<p>Upload feito originalmente por <a href="http://www.flickr.com/people/joshsommers/">Josh Sommers</a><br />
</span></div>
<p>Emprestando um conceito da cibernética gostaria de convidar a todos a uma reflexão sobre nossos papéis como netweavers nas redes que incentivamos.</p>
<p>Na década de 80 houve um desenvolvimento no campo da Cibernética que resultou na passagem da Cibernética de Primeira Ordem ou dos Sistemas Observados para a Cibernética de Segunda Ordem ou dos Sistemas Observantes. Melhor explicando: O sistema deixa de ser observado de fora pelo observador que passa para uma postura de co-participação na observação do sistema em pleno funcionamento. Assim novas tendências foram incluídas à prática sistêmica pois era preciso quebrar ou evoluir dos ideais lineares para os circulares.</p>
<p>Bem nesta época diversos profissionais atuavam como &#8220;animadores de redes&#8221;, principalmente nos ambientes de educação à distância (EAD) visando sobretudo reduzir a taxa de desistência dos cursos online através de interações e provocações motivacionais. Projetos de gestão do conhecimento contratavam monitores, tutores e animadores de rede para ambientes onde deveriam ocorrer o compartilhamento de conhecimento, produção e troca de informações entre os usuários (assim eram chamados) destes ambientes virtuais.</p>
<p>Estes animadores de rede assumiam uma posição de poder neutro, mediando debates, cobrando presença, mensurando resultados e organizando as interações entre os membros do ambiente virtual referido. Obviamente estas estratégias resultavam em alterações do comportamento das pessoas conectadas mas não apresentavam resultados satisfatórios, pelo contrário, a maioria se sentia incomodada e invadida quando tocada por este tipo de recurso.</p>
<p>A principal diferença entre este &#8220;animadores de rede&#8221; e os netweavers, a partir da evolução da Cibernética de Primeira Ordem para a Cibernética de Segunda Ordem, diz respeito à compreensão do lugar que ocupamos na rede, saido de uma condição de detentores do poder, como mediadores, para uma posição mais igualitária de co-responsabilidade e co-inspiração junto ao integrantes da rede.</p>
<p>Para isso é preciso, antes de mais nada, que cada um de nós se assuma como um ser humano que traz em si a dinâmica de uma história individual repleta de critérios próprios. Cada um de nós, netweavers, trazemos introjetados em nossos valores, uma família e cultura que usamos como parâmetros para nos orientarmos dentro da realidade que distinguimos como válida e na qual acreditamos estarmos inseridos.</p>
<p>Aceitando então que não somos neutros nem imparciais, e nos observando enquanto alguém que vê e ouve tudo de um lugar íntimo pessoal intransferível, não estaremos mais nos mitificado como experts, especialistas em fazer redes ou orientá-las de algum modo, (como se isso fosse possível).</p>
<p>Poderemos então assumir conscientemente a característica de facilitadores do diálogo, utilizando cada um de nós, de seu mundo interno na co-construção de uma realidade co-ordenada entre os membros da rede.</p>
<p>O conceito de auto-reflexividade passa a ocupar uma posição central, significando “um diálogo interno do indivíduo consigo mesmo e a tomada de consciência dos próprios preconceitos e teorias através das quais se vê e compreende o outro e o ambiente circundante” (Boscolo &amp; Bertrando, 1996). Esta é uma importante mudança epistemológica, pois amplia e aprofunda os efeitos da abertura da “caixa preta”, favorecendo a passagem de uma visão reducionista, baseada na descoberta de padrões comportamentais, para uma visão de maior complexidade e abertura, inclusive em direção ao mundo interno do indivíduo, suas histórias, seus significados e suas emoções.</p>
<p>Essa mudança epistemológica permite uma nova compreensão sobre a circularidade, que passa de uma “categoria de observação” para uma “postura de interação”, demandando do netweaver uma sensibilidade em perceber os comportamentos verbais e não-verbais dos membros da rede, assim como as nuanças de suas próprias respostas nesse contexto interacional. É importante que o netweaver esteja atento a todos os recursos disponíveis. Quanto mais astuta ou perspicaz for a observação, mais as perguntas poderão estar refinadas para perceber as respostas da rede, e mais próximos e implicados estaremos do grupo.</p>
<p>É nesse contexto que todos se tornam responsáveis, numa atividade de construção conjunta, pela emergência de hipóteses, questionamentos e novos significados, num encontro que agrupa não só as crenças e relações entre os membros, mas os pressupostos e construções advindos de nossa própria experiência e dos valores sustentados em nossas interações com outros relacionamentos familiares, sociais e culturais. Esta arquitetura lingüística permite a construção de uma ética característica deste um encontro quase mágico entre o netweaver e rede. Ou melhor dizendo, um encontro humano, com tudo de simples e extraordinário que isto evoca em nosso cotidiano neste planeta.</p>
<p><em><strong>* Este artigo foi originariamente escrito por Luiz Algarra para a <a href="http://escoladeredes.ning.com/">Escola de Redes</a> na inspiração do Simpósio em Campos do Jordão entra as conversações dos papagaios (Mafeteco, Alblum, Richieri, Lígia e Munduruca) sobre a terapia familiar sistêmica da Escola de Milão.</strong></em></p>
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		<title>&#8220;Marcadores&#8221; Sociais para iniciantes</title>
		<link>http://papagallis.com.br/2007/08/08/marcadores-sociais-para-iniciantes/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Aug 2007 13:20:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ronaldo Richieri</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Common Craft Show lançou mais um daqueles filmes legais que nos ajudam a entender as ferramentas da web2.0. Agora foi a vez dos marcadores sociais, como o del.icio.us.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Common Craft Show lançou mais um daqueles filmes legais que nos ajudam a entender as ferramentas da web2.0. Agora foi a vez dos marcadores sociais, como o del.icio.us.</p>
<p><iframe src="http://dotsub.com/api/player.php?filmid=1216&#038;filminstance=1218&#038;language=br" frameborder="0" width="480" height="392"></iframe></p>
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		<title>Erros na enciclopédia Britânica são corrigidos na Wikipedia.</title>
		<link>http://papagallis.com.br/2007/07/24/erros-na-enciclopedia-britanica-sao-corrigidos-na-wikipedia/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Jul 2007 16:12:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ronaldo Richieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão do Conhecimento]]></category>
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		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>

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		<description><![CDATA[                                         Vi um post do Siemens, comentando sobre uma série de erros da Britânica que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://farm1.static.flickr.com/49/142083645_712497f74b.jpg?v=0" align="right" height="213" width="285" />                                         Vi um <a href="http://www.elearnspace.org/blog/archives/003005.html">post do Siemens</a>, comentando sobre uma série de erros da Britânica que foram corrigidos na Wikipedia. Assim como ele, não pude resistir em levar essa informação adiante:</p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Wikipedia:Errors_in_the_Encyclop%C3%A6dia_Britannica_that_have_been_corrected_in_Wikipedia">Ver todos os erros corrigidos</a></p>
<p>Embora a maioria dos erros sejam de números, fórmulas, etc. como por exemplo a data de nascimento de algum personagem histórico, ou a data de fundação de algum templo, ou mesmo a nacionalidade de Manuel Castells (que é a espanhol e não americano), há também os erros de interpretação, de significados e culturais.</p>
<p>O que particularmente achei mais interessante, foi o caso do Hip-Hop e do RAP.</p>
<p>Segundo a Britânica, o Hip-Hop é a música do Rap ou o fundo musical do RAP, quando na verdade, o Hip-Hop é, também, uma cultura em si, composta pela música, pelo grafite e pela dança (breakdancing).</p>
<p>Há outros exemplos além desse, onde a Britânica tenta &#8220;fechar&#8221; um significado de determinado conhecimento, tentando &#8220;totalizá-lo&#8221;. A questão é que conhecimento cultural é cada vez mais passível de vários significados. Qualquer totalização ou fechamento do conhecimento de algo pode se tornar ambíguo, principalmente devido ao dilúvio de informações e percepções que inunda o ciberespaço.</p>
<p>Precisamos lidar com o conhecimento de uma nova maneira, hã?</p>
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