Arquivo da Categoria 'Investigação Apreciativa'

Vídeos dos papagaios no Seminário Vivo Educação

Este é um vídeo produzido pela agência DPZ que registra as atividades em grupo realizadas durante o Seminário A Sociedade em Rede e a Educação em 19 de março de 2009, na Sede da Vivo em SP. A atividade foi conduzida pelos membros da Papagallis utilizando a metodologia da Investigação Apreciativa.

Nós e os profissionais motociclistas

photo1.jpgSábado dia 13 de setembro começamos um trabalho junto ao canal*MOTOBOY numa parceria com o Centro Cultural da Espanha em São Paulo [CCE - AECID].
Foi um primeiro movimento no sentido de começarmos a nos conhecer e estabelecer os pontos de partida do projeto. De nossa parte foi estimulante conseguir visualizar um pouco daquilo que pode ser a coisa a construir… uma imagem humana dos motociclistas da cidade de São Paulo. Este encontro realizou as duas primeiras etapas de uma investigação apreciativa utilizando como protocolo a idéia de união para a construção. A casinha da foto é um dos simbolos que surgiram desse protocolo. Além deste teremos mais três encontros. O próximo será no dia 27 de setembro, lá mesmo na Ação Educativa.

Investigação Apreciativa no México



Hoje iniciamos um projeto de Investigação Apreciativa com a Accenture México. Foi um desafio enorme pois, além do idioma toda a cultura e o modo de viver dos mexicanos ainda são uma descoberta para todos nós. Trabalhamos com um grupo inicial de dezesseis pessoas em um local privilegiado da Cidade do México, o Club Piso 51. Estivemos durante toda uma tarde no ponto mais alto da cidade trabalhando descobertas e sonhos da equipe Acenturiana. O primeiro contato com a metodologia foi muito positivo e o time pôde mergulhar com confiança no processo.

Ainda temos diversas etapas para seguir, quase todas elas exclusivas e reservadas, mas não poderíamos deixar de registrar esse vôo mexicano dos Pagapaios.

Mais uma vez, Maria Fernanda Teixeira da Costa supervisionou a aplicação da Investigação Apreciativa com Alberto e Algarra.

A receptividade do grupo à metodologia foi excelente, são uma equipe madura e pronta para a inovação. Na cena da foto, um deles observa a vista da cidade enquanto faz sua reflexão sobre o futuro da Accenture.

David Cooperrider e a sustentabilidade


Estivemos com David Cooperrider durante uma tarde inteira na FEBRABAN, em mais um encontro da série Café com Sustentabilidade onde empresários e convidados se reuniram para apreciar uma palestra do professor.

Ele nos falou sobre sustentabilidade na perspectiva das oportunidades de negócios que surgem a cada dificuldade social que encontramos atualmente neste planeta.

Cooperrider é um pesquisador, um ativista das conversações positivas como ferramentas de ativação do potencial humano e um propagador da Investigação Apreciativa, metodologia de construção de inovação em comunidades e empresas. Ele tem um jeito simples e acessível de se apresentar, um olhar franco e voz clara das pessoas que tem convicção daquilo que pensam, falam e fazem.

David entende que esta geração tem um desafio e uma oportunidade incomensuráveis. Vivendo uma crise de recursos planetários os líderes de negócios passam a ter de operar com conceitos de competitividade de longo prazo.

As novas lideranças deverão criar um sistema de forças que tornem as fraquezas irrelevantes, superando os obstáculos a partir das ações positivas e inovadoras.

Aqui David faz um alerta importante, explicando que as gerações anteriores vem aprendendo com erros e acertos mas, a partir de agora, não teremos mais espaço para errar. Estamos em uma situação-limite onde uma tragédia nuclear ou a extinção em massa das espécies não nos trarão nenhum aprendizado, apenas ruína!

Como estratégia para superar este impasse nos falou em aprendizado antecipado, uma capacidade de prever problemas e antecipar soluções através do uso de uma inteligência coletiva que só pode ser acessada por diálogos organizados e inspiradores, como é o caso da Investigação Apreciativa, metodologia criada e disseminada poe ele em todo o mundo.

David nos apresentou diversos casos de sucesso da aplicação da Investigação Apreciativa em empresas norte-americanas de grande porte. De embalagens descartáveis feitas com fibras naturais à produção de areia fertilizante produzida a partir de resíduos de fundição, nos apresentou uma série de inovações geradas em encontros promovidos pela Investigação Apreciativa.

Além do papel central das empresas no processo de tomada de consciência sobre a sustentabilidade do planeta, David também enxerga um protagonismo necessário das intituições de ensino que devem passar a formar desde já pessoas engajadas em conversações positivas que pautem a sustentabilidade como tema organizador das ações e conhecimento humano.

Ele também citou o Brasil como um país de enorme potencial de inovação na busca por soluções sustentáveis. David acredita que a diversidade de nossa natureza e a composição cultural variada de nosso povo, estabelecem condições ideais para que nosso país se destaque como um centro potencial de diálogos de qualidade sobre sustentabilidade.

Concluiu reforçando a importância de trabalharmos nossos pontos fortes, em nossas empresas, intituições e vida pessoal, promovendo as transformações necessárias para nossos desafios de curto, médio e longo prazo, além de destacar que as lideranças tem, mais do que nunca, uma responsabilidade fundamental nos destinos do bem-estar humano no planeta terra.

Investigação Apreciativa na Univ. São Judas Tadeu


Nas últimas duas semanas tivemos uma oportunidade maravilhosa! Nosso amigo Wellington Cruz, Professor de Responsabilidade Social e Cidadania Corporativa da Universidade São Judas Tadeu (SP), nos convidou para promover uma Investigação Apreciativa em uma turma de pós-graduandos do Curso de Recursos Humanos na Gestão de Negócios. Estabelecemos como objetivo a construção do curso a partir do interesse e repertório de cada aluno. Um desafio e tanto!

Wellington nos deu duas aulas para a execução do projeto. Durante duas tardes de sábado estivemos reunidos com quase quarenta alunos em uma sala de aula do Bairro da Móoca, ativando-os para conversar na convergência de um projeto único porém, não necessariamente consensual!

Investimos o primeiro dia na construção do grupo. A turma se compunha se alunos graduados em diversas áreas (psicologia, jornalismo, administração, etc) e de séries diferentes. Então eles puderam se conhecer a partir de agrupamentos por série, curso e sexo. Conversaram desse modo por alguns minutos até a convivencialidade começar a surgir.

Partimos então para um trabalho onde cada um escreveu em uma folha de papel um sinônimo pessoal para a palavra sustentabilidade. As pessoas circularam pela sala percebendo as palavras umas das outras e se conectaram a outras duas palavras semelhantes à sua. Formamos grupos de seis pessoas para elaborar a devolutiva dessa experiência e o tema sustentabilidade estava naturalmente introduzido, a partir do linguajear do grupo. Enquanto isso na lousa publicamos a nuvem de palavras produzida pelo grupo. Lindo!

Em seguida os grupos responderam a pergunta: Sustentabilidade para quem?. Recolhemos as respostas e montamos um mapa coletivo no chão no sala de aula agrupando os stakeholders. Então tínhamos na lousa um mapa de palavras indicando “o que” é sustentabilidade para o grupo e no chão na sala um mapa representando “para quem”.

Consultando estas informações pedimos a cada um que repondesse em uma folha individual às perguntas: “Por que vc está fazendo esta disciplina? Como empreender em RH com sustentabilidade? Qual é o próximo passo? Como você pretende refletir sobre tudo isso? Qual a reflexão que eu você deseja fazer nesta disciplina?”. Estas respostas nos trouxeram subsídios para a formulação de um Tópico Afirmativo, ponto de partida da Investigação Apreciativa que realizamos no sábado seguinte.

Mas essa é outra história, e quem vai contar é a Maria Fernanda!