Um Ambiente Pessoal de Aprendizado permite que você gerencie seus conteúdos e processos de aprendizado. Esse tipo de ambiente deve permitir que você:
- Determine suas próprias metas e as administre
- Gerencie seu aprendizado administrando seus conteúdos e seu processo
- Interaja com sua rede social de aprendizado
Para isso você pode usar aplicações em seu computador ou serviços baseados em sites da Internet
Um Ambiente Pessoal de Aprendizado exige as seguintes habilidades individuais :
- Reflexão:
Melhora contínua em seu senso crítico e auto-análise.
- Controle da aprendizagem:
Controle sobre como, quando e onde você quer aprender.
- Compreensão da informação:
Distinguindo qual informação é importante e qual é dispensável.
- Rastreamento:
Buscas inteligentes e criativas para encontrar novas informações desconhecidas.
- Organização:
Manter uma biblioteca pessoal, com categorização por temas e taxionomia pessoal coerente.
- Trabalho em rede:
Esteja atualizado com o que sua rede de pessoas sabe. Sabendo sempre quem pode ter o conhecimento e os recursos adicionais para lhe ajudar
- Colaboração:
Coordenação, sincronização, experimentação, cooperação, e projetos.
- Comunicação:
Percepção, intuição, expressão, visualisação, e interpretação.
- Criatividade:
Imaginação, percepção de padrões, apreciação, inovação, dedução e compreensão de sistemas adaptáveis complexos.
Aprender a promover uma Gestão do Conhecimento descentralizada, distribuída, que integre os diversos tipos de usuários e mantenha sua sintonia com as necessidades reais das diversas equipes é um grande desafio.
A Aprendizagem Informal é o primeiro passo para a formação de uma cultura de colaboração pois ela parte das redes socials que já existem na empresa. As conversações acontecem na empresa a partir das relações de amizade, interesse ou casualidade estabelecidas entre os colaboradores. Muitas vazes essas relações são supra-hierárquicas, ou seja, as conversações também acontecem entre pessoas de áreas diferentes, que atuam na empresa nos mais variados contextos.
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Quando tudo começa a não funcionar em um projeto de Gestão do Conhecimento as velhas perguntas voltam a surgir: Por quê as pessoas não estão compartilhando conhecimento? Será que elas não tem tempo para contribuir? Que tal implantar uma nova ferramenta de busca? Um ambiente de gerenciamento de conteúdo mais moderno pode nos ajudar? Nessa momento é preciso avaliar se o modelo de gestão do conhecimento adotado está realmente voltado para os processos da empresa.
As teses acadêmicas, os artigos dos consultores e a prática das equipes comprovam que não adianta incrementar a tecnologia para gestão do conhecimento se este não estiver em sintonia com as pessoas e suas percepções sobre os processos de trabalho.
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Uma lista simplificada das principais fontes de conhecimento das empresas:
- A própria equipe
- Clientes
- Agências de Notícias
- Publicações especializadas
- Fornecedores
- Internet
- Consultorias
- Concorrentes
- Universidades
- Outros agentes de relacionamento
Se alguém lembrar de mais algum, por favor inclua postando um comentário, ok?