Normalmente não publicamos depoimentos de participantes dos encontros que a Papagallis realiza mas este foi tão preciso e sincero que merece ser compartilhado!
Aquele na foto com o filho é o Cláudio Pinho. Ele é um dos responsáveis pela unidade Centro da Academia Bio Ritmo. Participou de um Café com Mesa Redonda (World Cafe) com mais vinte pessoas onde as conversações giraram em torno do projeto de Internet da rede de academias Bio Ritmo. Foram quase oito horas de trabalho onde o grupo construiu um mapa sobre os usos e possibilidades da internet no cotidiano dos colaboradores e clientes da empresa.
O Cláudio postou este comentário na rede social da Bio Ritmo e, por ele representar tudo que a Papagallis busca em missão, excelência e resultados, achamos por bem publicá-lo aqui. Valeu Cláudio, obrigado pelo incentivo! Vejam a íntegra do comentário:
O lance é o seguinte:
Café, brincadeiras, lugar acolhedor, processo flexível que é moldado conforme as conversações vão ocorrendo.
Anfitriões muito “loucos” e geniais, um processo de construção continua e de descoberta impar de conhecimento e de relacionamento.
Os problemas afloram, é como se a paisagem tivesse mudado, mas na realidade só foi a lente, o angulo de observação a construção compartilhada.
As soluções são propostas e todos se envolvem de corpo, mente e alma, são soluções inéditas e criativas, que nenhuma consultoria ou especialista do mercado chegaria, pois só quem vive a realidade do dia a dia consegue moldar uma solução para o seu dia a dia.
Uma frase que marca este dia é: A inteligência emerge assim que o sistema se une a si mesmo.
Traduzindo, Não sabia que eu sabia resolver o que eu achava que não sabia resolver, a solução está dentro do “EU”.
Valeu o dia, valeu a troca e valeu a construção.
Um abraço
Cláudio Pinho

Alberto do grupo Papagalis atuando na Oficina de Jornalismo Cultural Independente
Upload feito originalmente por Iolanda Huzak
A algum tempo estamos discutido que nossas ações nos espaços de conversação promovidos pela Papagallis tem uma dimensão cênica, no que o teatro tem de mais trivial e sagrado. A construção de um ambiente de conversações envolve a composição de um campo de realidade que se sobrepõe à subjetividade de cada participante, compondo um nível supra-individual onde a inteligência coletiva pode se manifestar sem pudores.
A elaboração desse espaço nos consome de corpo e alma. Trabalhamos com nossa sensibilidade aguçada, percepções ampliadas e corpo em sintonia com as variações de cada momento.
Simples e sofisticado ao mesmo tempo.
Essa foto que a Yolanda Huzak clicou do Alberto durante a Teia 2007 apresenta um bocado disso, por isso eu a postei aqui.
Para começar vejam as fotos!
Ainda na linha de apresentar o que está sendo publicado sobre a atuação da Papagallis, no processo de ativação da rede de oficineiros de jornalismo cultural independente vários publicaram seus comentários até o momento:
Heitor Souza dos Reis
Elisandra Amâncio
Zonda
Ana Carmen Foschini
Rafael Munduruca
Suelen Pessoa
Pedro Markun
Elmo Luciano da Silva
Comentários de todos no 100 canais
Achei este depoimento do Bento Huzak, presidente do Instituto Pensarte publicado na Rede Pensarte e resolvi aplicá-lo por aqui como referência afetiva/profissional sobre o nosso trabalho. Nem é preciso dizer que adoramos elogio, ok?
A oficina ocorreu de maneira fervorosa, 105 agentes sairam daqui cheios de gás para fazer a cobertura da TEIA. Os papagaios tocaram com maestria as dinâmicas, merecendo elogios até dos mais avessos as dinâmicas em grupo. A Cibelle montou uma estrutura redonda e aconchegante. Nossa turma Pensartiana se realizou vendo a idéia prosperar. Nas rodas dos botecos da cidade tem muito jovem falando disso! Começamos bem, apesar de todas as dificuldades.
Publicado por
Bento Huzak Andreato em November 5th, 2007 a 12:05am