Arquivo de Julho 2007 Página 2 de 2



Se inscrevendo na programação



Se inscrevendo na programação

Originally uploaded by Lalgarra.

Bento Andreato, líder metanóico e ativista cultural brasileiro, registra seu tema na grade programação da desconferência que rolou no espço Unimaster. Eu também estive lá, claro.

Desconferência de metanóicos da fornada 12



Discutindo estrutura orgânica!

Originally uploaded by Lalgarra.

Reunidos no espaço Unimaster, quinze metanóicos experimentam um novo formato de troca e construção de conhecimento, a desconferência. Os temas foram propostos pelos participantes, a grade de programação foi montada no início do encontro e todos se inscreveram nos debates de acordo com seus interesses. Um modelo orgânico de composição de pessoas em um fórum auto-gerido pelos próprios participantes. O resultado? Muito bom, na opinião de quem esteve lá.

Redes sociais fácil de entender

 [youtube=http://br.youtube.com/watch?v=6a_KF7TYKVc]

O pessoal da Common Craft acabou de fazer mais um daqueles vídeos maneiros que facilitam o entendimento de algumas ferramentas tecnológicas. Depois do “Rss in Plain English“, do “Wikis in Plain English“, chegou a vez do “Social Networks in Plain English“.

O objetivo do “Common Craft Show” é que essas ferramentas façam sentido para as massas através de vídeos de no máximo 5 minutos. Eles utilizam uma técnica chamada “paperworks, não sei qual é a tradução exata, mas deve ser algo como trabalho em papél (óbvio, hã?).

Fiz uma tradução um pouco incompetente para o português mas dá pra entender. Peço ajuda de quem manja de inglês pra traduzir melhor o filme no DotSub. É super fácil! As minhas frase ficaram gigantes, acho que precisa sintetizar mais e tem alguns termos em inglês que eu sou péssimo para traduzir.

Veja a versão traduzida no dotSub

Quem ajuda?

Reuniões virtuais

Há alguns dias vi um artigo muito interessante falando sobre como montar uma sala de conferências virtuais utilizando alguns aplicativos web2.0.

Reuniões virtuais são muito bem vindas para reduzir custos de transporte e deslocamento de pessoas. Aqui na Papagallis por exemplo, existem algumas pessoas que moram em Sorocaba e outras e São Paulo e, para nos reunirmos presencialmente, temos que locomover essas pessoas em média uma hora e meia por reunião. Todas possuem conexão banda larga, algo que é fundamental realizar reuniões virtuais.

No meu entender, uma reunião virtual é interessante para dar continuidade em um assunto que foi estabelecido em uma reunião presencial anterior e funciona principalmente com equipes onde todos se conhecem bem.

Aqui na Papagallis, agora falando em ferramentas digitais, utilizamos as seguintes ferramentas para nos reunirmos digitalmente:

  • Skype - para fazer o audio
  • Skype - para chat em modo texto, as vezes é necessário.
  • Google Docs (Textos e Planilhas) - para consolidarmos as idéias e decisões da reunião.

Enquanto conversamos, vamos registrando as ideías no Google Docs. Todos editam o documento ao mesmo tempo e consolidam suas percepções no documento. A figura abaixo mostra como fica a tela do meu Notebook durante uma reunião:

confe.png

É claro que existem outras ferramentas e formas , mas fica aí uma dica para quem quiser realizar uma reunião virtual.

Gravando o que acontece em sua tela!

Capturar o que acontece na tela do seu computador em tempo real (ou seja, enquanto acontece) é uma recurso conhecido como screencast. Pois bem, conheci um serviço rodando na web, a partir de uma aplicação em Java que faz o serviço com extrema simplicidade e competência.

É o Screencast-o-Matic, um site bem simples que, sem burorcracia, permite que você capture as ações que acontecem em sua tela enquanto adiciona uma narração de áudio!
Preparei um screencast a partir deste serviço onde apresento uma solução para blogar diretamente a partir do seu Flickr (depois de configurado) , gerando um post para seu blog.

Confira como ficou.

Desconferência, aprendizagem auto-organizada em grupo

Dining set

Originally uploaded by Make_Stuff.

Geralmente, quando nos reunimos em grupo para aprender, seguimos o velho modelo educacional “um-fala-e-os-outros-ouvem”. Depois de quase quinze anos sentados em bancos escolares, dificilmente temos inspiração para propor algo muito diferente disso. A desconferência surge como uma alternativa prática e lúcida a este modelo tradicional e ultrapassado de aprendizagem.Apesar de de estar estudando e aplicando uma série de desconferências com grupos corporativos a algum tempo, dificilmente eu chegaria a uma explicação tão bem definidia como a de Kazi em seu blog 1001 Gatos de Schrödinger, onde cita:

Os princípios que guiam uma desconferência são diretamente influenciados pelo trabalho do autor e consultor Harrison Owen, que descreve um método de organizar grupos de interação, chamado Open Space Technology.

Owen em seu artigo “Opening Space for Emerging Order”, explica os Quatro Princípios do Open Space:

1)Seja quem for que veio,é a pessoa certa,

2)O que quer que aconteça, é apenas aquilo que deveria ter acontecido,

3)Quando quer que comece é na hora certa

4)Quando acaba,acabou.

E acompanhando a Lei dos Dois Pés afirmando que, “Se a qualquer momento você encontra-se em qualquer situação onde você não estiver nem aprendendo ou contribuindo – use seus dois pés e dirija-se para um lugar mais ao seu gosto”.

Mais adiante ele define a desconferência como “um fórum auto-organizado” e compara o evento e uma jam session, um encontro de músicos jazzistas onde cada um leva entra com seus conhecimentos em uma ação de improviso coletivo. Vale a pena conferir o post de Kaki sobre desconferências integralmente.

Vale visitar também a versão em português do Open Space World.